Avaliação, diagnóstico e planejamento

Câncer de pele

O tratamento depende do tipo de tumor, da localização, da extensão, das características histológicas e das condições clínicas de cada paciente.

Uma lesão suspeita precisa ser examinada presencialmente. A dermatoscopia ajuda a avaliar o padrão da lesão, mas o diagnóstico definitivo frequentemente depende de biópsia e exame histopatológico.

Quando procurar avaliação

Feridas que não cicatrizam, lesões que crescem, sangram, ulceram ou mudam de aspecto merecem avaliação dermatológica. Pintas com assimetria, bordas irregulares, variação de cor ou evolução também devem ser examinadas.

CrescimentoAumento progressivo ou mudança recente.
SangramentoSangramento espontâneo ou recorrente.
UlceraçãoFerida persistente ou crosta repetida.
MudançaAlteração de cor, forma, relevo ou sintomas.

Como o diagnóstico é feito

A investigação pode incluir exame clínico, dermatoscopia, documentação fotográfica e biópsia. O exame histopatológico identifica o tipo de tumor e características que influenciam a conduta.

Principais possibilidades de tratamento

Excisão cirúrgica, técnicas com controle de margens e outras modalidades podem ser consideradas. A escolha depende do diagnóstico, do risco do tumor, da localização e do estado geral do paciente.

Não é possível definir a técnica ideal apenas por fotografia ou pelo nome do diagnóstico. O laudo anatomopatológico e o exame presencial são essenciais para um planejamento seguro.

Acompanhamento depois do tratamento

O seguimento pode incluir revisão da cicatriz, avaliação de novas lesões, orientação sobre fotoproteção e periodicidade de exames conforme o risco individual.

Este conteúdo não substitui avaliação médica. Lesões que sangram, ulceram, crescem ou mudam devem ser examinadas presencialmente.

Leitura complementar do Dr. Diego no blog da Clínica QARA: sinais de alerta do câncer da pele.

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