Uma lesão suspeita precisa ser examinada presencialmente. A dermatoscopia ajuda a avaliar o padrão da lesão, mas o diagnóstico definitivo frequentemente depende de biópsia e exame histopatológico.
Quando procurar avaliação
Feridas que não cicatrizam, lesões que crescem, sangram, ulceram ou mudam de aspecto merecem avaliação dermatológica. Pintas com assimetria, bordas irregulares, variação de cor ou evolução também devem ser examinadas.
Como o diagnóstico é feito
A investigação pode incluir exame clínico, dermatoscopia, documentação fotográfica e biópsia. O exame histopatológico identifica o tipo de tumor e características que influenciam a conduta.
Principais possibilidades de tratamento
Excisão cirúrgica, técnicas com controle de margens e outras modalidades podem ser consideradas. A escolha depende do diagnóstico, do risco do tumor, da localização e do estado geral do paciente.
Não é possível definir a técnica ideal apenas por fotografia ou pelo nome do diagnóstico. O laudo anatomopatológico e o exame presencial são essenciais para um planejamento seguro.
Acompanhamento depois do tratamento
O seguimento pode incluir revisão da cicatriz, avaliação de novas lesões, orientação sobre fotoproteção e periodicidade de exames conforme o risco individual.
Leitura complementar do Dr. Diego no blog da Clínica QARA: sinais de alerta do câncer da pele.